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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Lado B da Europa - mais de 50 cidades médias e pequenas para visitar e fugir das multidões - parte 2

Em 2025, publiquei um post sobre o Lado B da Europa, com mais de 50 cidades médias e pequenas para visitar e fugir das multidões, mas ainda ficaram muitas dicas valiosas de fora e hoje deixo aqui a segunda parte da lista - mais cerca de 50 cidades alternativas que merecem a visita tanto quanto os grandes centros.


Hvar (Croácia) - Lado B da Europa - mais de 50 cidades médias e pequenas para visitar e fugir das multidões - parte 2
Hvar (Croácia) um dos melhores passeios em ilhas próximas a Split. Não é super vazia, mas perto de Split ou Dubrovnik, já é um respiro no roteiro.




Agrigento (Itália) - A principal atração é o Vale dos Templos, o sítio arqueológico grego mais importante fora da Grécia, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. São 2 entradas, uma em cada ponta, mas o recomendado é iniciar pela parte alta - Templo de Juno ou Hera de 450 aC, que foi incendiado pelos cartagineses no ano 406 aC, mas ainda restam 25 de suas 34 colunas - e ir descendo até o Templo de Hefesto ou Templo de Vulcano (de 430 aC);


Amarante (Portugal) - Visite a ponte do rio Tâmega e o Mosteiro de São Gonçalo, padroeiro da cidadezinha pequena;

Veja aqui todas as dicas sobre Portugal no blog!

Belgrado (Sérvia) - A capital da Sérvia tem vida noturna e rica cena cultural, além de transporte público gratuito. Os principais pontos da maior cidade da região dos Bálcãs são a Fortaleza de Belgrado e a Igreja de São Sava. É cortada pelo rio Danúbio e eu recomendo a visita ao Nikola Tesla Museum, bastante interativo. O inventor é a principal personalidade da região e apesar de ter nascido em território atualmente croata, sua família tem origem sérvia ortodoxa. Já o Museum of Yugoslavia é recomendado para quem quiser saber mais sobre Josip Broz Tito, a principal figura da Yugolavia;




Leia aqui todas as dicas sobre a Sérvia, a Eslovênia, Montenegro no blog! E aqui, o que eu fiz por 2 meses na região dos Bálcãs!

Bled (Eslovênia) - Passeio fácil saindo de Ljubljana (transporte público ou excursão), tb dá pra dormir ali e explorar mais da região linda! Tem igrejinha fofa no meio do lago e castelo para visitar, mas eu só dei uma volta completa no lago, com mil paradas para fotos e levei umas 4h, experimentando o doce típico de lá no final (chamado Kremšnita). Preferi ir por conta própria para ter mais tempo;

Budva (Montenegro) - É a cidade praiana mais badalada do país, mas foi o lugar que menos gostei por lá. Fiquei hospedada em Kotor e fiz um passeio de um dia mais focado na compacta parte murada de Budva.

Calw (Alemanha) - Oficialmente fica na Floresta Negra, mas eu acho que a cidade não tem tanto a cara de Floresta Negra do nosso imaginário. De qualquer jeito, a cidade natal do Nobel da literatura Hermann Hesse faz parte da Deustche FachwerkStraße (a "Rota do Enxaimel") e é ideal para quem ama as casinhas neste estilo arquitetônico. Fiz um bate-volta saindo de Stuttgart;


São mais de 200 posts sobre a Alemanha no blog, cobrindo mais de 30 cidades!


Cefalù (Itália) - A 1h de trem da capital da Sicília (Palermo), é uma fofa cidade histórica e destino frequente de europeus em busca de praias. O Duomo é um dos patrimônios da humanidade na Sicília, um belo exemplo de catedral normanda, que começou a ser construído em 1131 e domina a pracinha principal. Os mosaicos de 1148 contam com uma imagem de Cristo Pantocrator, em estilo bizantino. A paisagem se completa com uma enorme rocha por trás dela (onde ficava o templo de Diana). Passeie por meia dúzia de ruazinhas lindas cheias de lojinhas e restaurantes, visite o lavatório medieval e a Porta Marina;



Colônia (Alemanha) - Hoje sem grande influência política na Alemanha, é a maior cidade do estado mais populoso do país - Renânia do Norte-Vestfália, cuja capital é a rival Düsseldorf.  Sede do Arcebispado de Colônia, seu arcebispo era um dos 7 príncipes-eleitores do Sacro Império Romano-Germânico. Impossível falar da cidade sem falar de sua catedral, cuja pedra fundamental foi colocada em 1248 e demorou mais de 600 anos para ficar pronta. Foi bastante destruída na Segunda Guerra Mundial, mas reconstruída e a maioria dos turistas costuma curtir bastante a cidade e sua cerveja local;

Erice (Itália) - Fica em um penhasco acima de Trapani e proporciona vista sensacionais. Era local de culto à deusa Vênus (da fertilidade) e seu templo ficava no atual local do castelo normando. O nome antigo era Eryx, foi rebatizada de Gebel-Hamed pelo árabes e Monte San Giuliano pelos normandos. O nome atual só veio em 1934. Além do Duomo do século XIV, destacam-se também as igrejas San Giovanni Batista e San Cataldo, as ruas estreitas com construções de pedra e os doces da cidade. Experimentei o genovesi (recheio de creme de limão) e o cassatelle (recheio de ricota) e gostei mais do último por ser menos doce. Como fica em um local alto, ventava bastante quando estive lá e fez até um friozinho mesmo em junho;

Esslingen (Alemanha) - Fica tão perto de Stuttgart, que dá para ir de metrô (SBahn)! Passei uma tarde na cidade, que tem muuuitas casas enxaimel, uma prefeitura cor de rosa fofíssima, vinícola, essa igreja da foto com 2 torres interligadas de um jeito curioso e um dos mercados de Natal mais famosos do país;







Graz (Áustria) - Conheci em um bate-volta saindo de Maribor (Eslovênia) e sem querer vivi o festival folclórico Aufsteirern (meio de setembro). Vale a pena conhecer a contemporânea Kunsthaus, a Murinsel, a catedral, o mausoléu de Ferndinando II, a praça principal (Hauptplatz), andar toda a rua principal (Herrengasse + Sackstraße) , outras praças e igrejas do centrinho e subir de elevador até o Schlossberg e a Torre do Relógio;




Herrenberg (Alemanha) - A primeira menção da cidade foi em 1228 - foi fundada com a junção de 2 povoados. Passou por um incêndio devastador em 1635, mas foi reconstruída, ainda com clima medieval. Hoje possui pouco mais de 30 mil habitantes. Em 1592, nasceu ali o matemático que construiu a primeira calculadora automática. Além da Marktplazt e cercanias cheia de casas em estilo enxaimel, os destaques são a Igreja Colegiada (Stiftskirche), com um museu de sinos, as ruínas do castelo - Schlossberg e a prefeitura;

Idstein (Alemanha) - Combinei com Limburg an der Lahn (abaixo) em um passeio de um dia saindo de Frankfurt. É menor do que Limburg e a área fofa é compacta, mas são muitas construções em estilo enxaimel ainda preservadas em torno da praça principal. Uma casa torta azul da foi o principal motivo que me levou a Idstein - desde que achei uma foto dela nas redes sociais, nunca mais tirei da cabeça!  Essa cidade é uma pérola praticamente esquecida pelos turistas brasileiros que passam por Frankfurt;


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Koblenz (Alemanha) - Conheci após um passeio de barco pelo Rio Reno saindo de Frankfurt. Veja a curiosa "esquina alemã", onde os rios Reno e Mosel se encontram, e pegue o teleférico que atravessa o Reno até a fortaleza para a melhor vista da região. Koblenz combina com uma viagem pelo rio Mosel e vinícolas;


Roteiro pelo Rio Mosel (Alemanha) com vinícolas


Kotor (Montenegro) - Não é a capital, mas é a cidade mais interessante para turistas no país com a parte murada bastante preservada. A região da Baía de Kotor tem uma beleza única. Passei 3 noites aqui para conhecer outras cidades montenegrinas, mas algumas horas seriam suficiente para o básico;

Kuks (República Tcheca) - Pequena vila tcheca na região de Hradec Králové, cerca de 1h da capital. A principal atração é o antigo hospital do século XVII em estilo barroco e que também é chamado na região de castelo de Kuks. Ali perto passa o rio Elba. No final do século XVII, acreditava-se que a água de nascentes da região eram curativas e um pequeno spa foi aberto. Depois construíram uma capela, um hospital, um imenso jardim, um cemitério e a Igreja da Santíssima Trindade. Os exteriores e interiores foram decorados com esculturas de Matthias Braun. Ali funciona um museu de arte barroca e da farmácia;

Limburg an der Lahn (Alemanha) - Cidade da Rota do Enxaimel (Deutsche Fachwerkstraße) - até a catedral é nesse estilo, o que não é comum! Fiz um passeio de um dia saindo de Frankfurt e combinando com oura cidadezinha próxima e ficou perfeito! É uma cidade pequena hoje, mas tem mais de mil anos de idade. O roteiro do dia foi simplesmente passear ao ar livre, curtindo as ruas e praças encantadoras! Preste atenção na janelinha do trem do lado esquerdo quando estiver indo embora porque tem uma vista incrível da cidade;

Ljubljana (Eslovênia) - A capital eslovena é compacta, fofa e tem o dragão como seu símbolo. Em uma área pequena estão o castelo, a prefeitura, as principais ruas e praças, arquitetura art noveau, além do rio Ljubljanica (com passeio de barco) e a curiosa ponte tripla patrimônio da UNESCO. Boa base para fazer bate-voltas pelo país;




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Malbork (Polônia) - O castelo de Malbork é  a maior fortaleza de tijolos da Europa e serviu como residência temporária dos reis poloneses. Também chamado de castelo de Marienburg, foi construído pela Ordem dos Cavaleiros Teutônicos no início do século XIII. Tem estilo gótico e é patrimônio da UNESCO. Ótimo passeio de um dia saindo de Gdansk;




Maribor (Eslovênia) - Na praça principal estão a prefeitura, o antigo cassino, a Coluna da Peste do século XVII, uma fonte moderna onde a criançada faz a festa no verão e vários prédios antigos preservados (e nas ruas próximas também). O castelo da cidade abriga um museu regional e na beira do rio fica a videira mais antiga do mundo que ainda produz uva vinífera (com mais de 400 anos e citada no Guinness). A Basílica Franciscana é mais impressionante do que a Catedral;



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Maulbronn (Alemanha) - Uma tarde ou uma manhã é o suficiente para conhecer o Mosteiro de Maulbronn, patrimônio da humanidade e principal (e única) atração da cidadezinha próxima a Stuttgart. Ele foi construído entre os séculos XII e XVI e teve seu início com os monges cistercienses;

Mostar (Bósnia & Herzegovina) - cidade mais turística do país por conta da sua incrível ponte de pedra que corta o rio Neretva (Stari Most - ponte velha). Dependendo do nível da água, a ponte tem uma altura entre 21,5 a 24m e tem uma galera que pula lá de cima (existe toda uma técnica para pular com segurança)! A melhor vista dela é da torre da mesquita Koski Mehmed Pasha. Dá pra conhecer em passeio de um dia saindo de Dubrovnik (Croácia) e por isso fica lotada e é interessante dormir lá para curtir o centrinho mais calmo de noite. Eu estava vindo de Montenegro, dormi 2 noites e depois continuei para Sarajevo, capital da Bósnia. A parte mais interessante é a ruazinha paralela ao rio lotada de lojinhas vendendo principalmente souvenirs, roupas, artigos de cobre e gastronomia com influência turca - o Império Turco dominou a Bósnia por muito tempo e alguns pontos parecem bastante com Istambul;

Noto (Itália) - Cenário de “The White Lotus” na Sicília, é um das cidades da rota do barroco siciliano, reconstruída após o terremoto de 1693. Chegue pela Porta Reale e passeie pela Corso Vittorio Emanuele e suas lindas construções até o Teatro Comunale. Destaque para o Duomo da década de 1770 e sua escadaria e o Município logo em frente, cuja fachada mais parece a fachada de um teatro.

Novi Sad (Sérvia) - Eu dormi 3 noites na cidade para explorar a região, mas é o passeio mais fácil desde Belgrado, a 1h dali. Admire um centrinho típico de Europa Central, as construções art noveau e a Fortaleza Petrovaradin;



Parma (Itália) - Provavelmente foi fundada pelos etruscos, foi dominada por diferentes povos até fazer parte do Sacro Império Romano. Virou território papal e durante as Guerras Napoleônicas foi anexada à França. Depois de um plebiscito em 1860, o Ducado de Parma passou a pertencer ao Reino da Itália. Após a 2a GM (quando vários prédios foram destruídos), foi libertada da ocupação alemã pela Força Expedicionária Brasileira! Hoje é a casa da Parmalat e da Barilla e uma das coisas mais legais é visitar a produção do queijo Parmigiano Reggiano;


Roteiro completo - 22 dias no norte da Itália com San Marino (dormindo em Milão, Turim, Bolonha, Padova e Veneza)!


Perast (Montenegro) - A cidade é praticamente uma rua só, com um estacionamento e um ponto de ônibus em cada uma das pontas, mas pegar um barco até a igrejinha de Nossa Senhora das Rochas em uma ilhota na Baía de Kotor foi o passeio que mais curti no país inteiro. Durma em Kotor (Montenegro) e estique até Perast ou faça bate-volta desde Dubrovnik (Croácia);

Piazza Armerina (Itália) - Na cidadezinha siciliana está mais um patrimônio da humanidade, a Vila Romana de Casale. Não se sabe ao certo de quem era a vila, mas como era muito suntuosa, pode ter pertencido a Maximiano, co-imperador de Diocleciano entre 286 e 305dC, ou a seu filho Magêncio. Ainda preserva muitos mosaicos em seu piso, inclusive um que é considerado o maior mosaico antigo preservado (o “Corredor das Caçadas com 65,93m de comprimento e 5m de largura). Eles retratam cenas cotidianas domésticas, mitológicas e de caça, além de paisagens;

Prien am Chiemsee (Alemanha) - É a principal cidade do maior lago da Baviera (Chiemsee), a 1h de Munique e conta com diversas atividades aquáticas como canoas ou o Chiemseebahn, trenzinho a vapor de 1888, entre a estação de trem e o porto de onde saem os ferrys. O lago é famoso pelo palácio inacabado no rei Ludwig II, o Herrenchiemsee. Ele começou a construir seu palácio em 1878 em homenagem ao rei francês Luís. Considerado louco, construiu 3 castelos suntuosos ao mesmo tempo - o Herrenchiemsee, o Neuschwanstein e o Linderhof, mas o dinheiro acabou e os dois primeiros ficaram inacabados. Destaque para a Escadaria do Estado (réplica da famosa Escada dos Embaixadores de Versalles demolida em 1752), o quarto do rei e a Galeria de Espelhos como em Versalhes, com 98m de comprimento, 33 lustres, 44 candelabros e mais de 2 mil velas e 23 janelas. Também o jardim, a Sala de Banho e a mesa que funcionava com um esquema de elevador para levar as comidas da cozinha até a sala de jantar. Existem outras ilhas e atrações na área;




Pula (Croácia) - Na península da Ístria, bem pertinho da Itália, é uma região menos visitada da costa croata. O destaque absoluto é a arena romana, mas as ruazinhas do centro, a fortaleza, as ruínas romanas e até a praia são boas pedidas de passeios;




Quedlinburg (Alemanha) - É um bate-volta bem puxado saindo de Berlim, mas como é pequena e as atrações ficam em uma área compacta, vale muito a pena. Provavelmente é a maior concentração de casas enxaimel "próximas" a Berlim. Com mais de mil anos de História, era o lar do primeiro rei alemão e a Igreja Colegiada, o castelo e o centro histórico da cidade foram declarados patrimônio pela UNESCO em 1994;

Ragusa Ibla (Itália) - Com vestígios de ocupação desde 2mil aC, está a mil metros acima do nível do mar e as vistas da estrada chegando e saindo são magníficas. Foi dominada por diversos povos, como árabes e normandos. Em 1693, foi devastada por um grande terremoto e reconstruída em estilo barroco siciliano, como outras cidades da área. A parte antiga ficou conhecida como Ragusa Inferiore ou Ragusa Ibla e uma nova cidade recebeu o nome de Ragusa Superiore, separadas oficialmente até 1926. Na pequena Ragusa Ibla, passamos pelo Giardino Ibleo, pela Chiesa di San Giuseppe, Duomo di San Giorgio com seus 250 degraus, fizemos comprimas de queijo ragusano e chocolate de Modica (cidade vizinha), além de perambular pelas ruazinhas fofas em algumas horas;

Rijeka (Croácia) - Cidade portuária e uma das maiores cidades e menos turísticas da Croácia, pode ser uma boa parada para baratear o roteiro e descansar das multidões. Destaque para o centro histórico, a catedral redonda, a torre do relógio, o mercado central, arte de rua, arquitetura da época do domínio austríaco e também arquitetura brutalista, um túnel da 2a Guerra e o teatro nacional;

Rovinj (Croácia) - Tinha lido que a cidade era fofa, mas não imaginava que era tanto assim! É só ir se perdendo pelas ruazinhas e se encantando - depois no blog eu conto como fugir das ladeiras. Se tivesse mais tempo, teria feito um passeio de barco para ver golfinhos e o pôr do sol (passei o dia ali, mas dormi em Pula - acima)!

Rüdesheim am Rhein (Alemanha) - Na beira do rio Reno, ótima parada durante um cruzeiro fluvial. Fica pertinho de Frankfurt, conta com o memorial Niederwald, muitas ruazinhas, praças e simpáticas construções em estilo enxaimel;

San Marino (San Marino) - A fundação remonta a 301 dC. Tem origem com um refugiado da Dalmácia, o diácono Marino (que mais tarde se tornou santo e deu nome ao país), que constituiu uma comunidade no Monte Titano. Tem somente 61km2 e é o país mais antigo do mundo. Bate-volta possível de Rimini ou Bolonha (Itália). Se perca pelas ruazinhas, curta a Piazza della Libertà e o Palazzo Publico e observe as torres de vigia;




Sarajevo (Bósnia) - Tem uma vibe de Istambul, com um "molho" diferente. Por conta das muitas cicatrizes da guerra nos anos 90, também achei uma vibe meio Berlim. Sarajevo realmente é um encontro de culturas! Teve tour pelo centro (Baščaršija), um específico de comida bósnia, outro sobre a Guerra dos Bálcãs e um de van para o Túnel da Salvação/da Vida/da Esperança, ruínas da pista de bobslead das Olimpíadas de 1984 e outros locais;

Schwäbisch Hall (Alemanha) - Bate-volta fácil saindo de Stuttgart - o destaque é a igreja na praça principal com sua escadaria na entrada, a própria praça, muitas casas enxaimel e as vistas dessas casas da beira do rio Kocher. A pacata cidade atual já foi um centro rico produtor de sal, de onde vem o seu nome (Hall = sal em alemão antigo).

Šibenik (Croácia) - No caminho entre Zadar e Split, parei ali por algumas horas. Como era feriado, estava quase deserta. O ponto alto é a Catedral de São Tiago, patrimônio da UNESCO. Aproveite para passear pelas ruazinhas do centro preservado (prepare a panturrilha) e pela região do porto, logo na saída das muralhas, com opções de restaurantes e passeios de barco (tem um para a Fortaleza de St. Nicholas, patrimônio pela UNESCO). Fora do centro ficam outras 3 fortalezas abertas ao público;

Siracusa (Itália) - Foi a cidade mais importante da Magna Grécia entre os séculos 5 e 3 aC - a parte histórica fica na península de Ortigia. Aqui viveu o matemático Arquimedes, considerado o matemático mais importante da antiguidade, que também era físico e inventor. O Duomo iniciado em 1728 impressiona - em sua fachada barroca estão escondidos pedaços do templo de Atena (século 5 aC). Em uma das capelas estão também relíquias de Santa Lucia (ou Santa Luzia), nascida ali;

Sopot (Polônia) - Bate volta perfeito de Gdansk e principal destino de verão dos poloneses no norte do país. Tem o maior píer de madeira da Europa;

Subotica (Sérvia) - Fiz um bate-volta saindo de Novi Sad (Sérvia) e como o centrinho é compacto, foi suficiente. O mais interessante é observar as construções em estilo art noveau. A Prefeitura é a principal delas e tem até um McDonald´s no térreo bem diferente do padrão. Veja também o Raichle Palace e a Sinagoga. Na fronteira com a Hungria, então tb pode ser uma parada entre outras cidades da Sérvia e Budapeste;

Tarragona (Espanha) - É uma das cidades mais antigas da Espanha, fica no meio do caminho entre Barcelona e Valência e conta com diversos sítios declarados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO (anfiteatro, muralha, resquícios do foro e do circo romano). Além disso, visite a Catedral de Santa Tecla, construída no local de um templo romano dedicado a Jupiter e de uma antiga mesquita, o museu arqueológico, o Mausoléu de Jaume I, a Rambla Nova e o Balcão do Mediterrâneo;




Trieste (Itália) - Primeira parada da minha última viagem, entre o aeroporto de Veneza e as primeiras cidades croatas do roteiro. Cidade linda e a maior praça europeia voltada para o mar! Vibe de Europa Central, da época que era o principal porto do Império Austro-Húngaro. Depois que proibiram cruzeiros em Veneza, muitos navios param em Trieste, mas muita gente ainda não fica para conhecer a cidade e vai correndo pra quase vizinha mais famosa;

Trogir (Croácia) - ótimo bate-volta estando em Split. Cidade pequena costeira patrimônio da UNESCO - vale visitar pra passear aleatoriamente pelas ruazinhas lindas demais. Fundada pelos gregos no século III aC, foi disputada por impérios diversos. Visite a catedral de São Lourenço e a Loggia na praça principal, caminhe pela Riva (calçadão beira-mar), veja a fortaleza Kamerlengo e experimente o doce típico “rafioli”;

Vicenza (Itália) - Lar do arquiteto Andrea Palladio, fica bem pertinho de Veneza, Verona e Padova. Eu fiz um bate-volta saindo de Veneza pq queria muito conhecer o Teatro Olímpico! Tem um circuito no centro que passa pelas principais obras de Palladio (entre na Basilica Palladiana, que não é uma igreja), além das principais ruas, praças e igrejas, mas as villas palladianas fora da cidade também valem o passeio;

Victoria (Malta) - a cidade mais importante da ilha de Gozo (que é a outra ilha além da principal) dá para ser conhecida em um bate-volta saindo de Valletta, Sliema ou St. Julian´s. Mas tem gente que se hospeda ali para conhecer melhor a ilha toda. Eu fiz o passeio de um dia mais comum, que vai também para a famosa Lagoa Azul na ilha de Comino. Com pouco tempo em Gozo, só deu mesmo pra conhecer a Cittadella (fortificação incrível e com vistas bem legais). Explore as ruazinhas e a Catedral da Assunção. O antigo nome da cidade é Rabat, mas tem outra cidade Rabat na maior ilha de Malta, então cuidado com a confusão;



Viseu (Portugal) - Veja a Igreja da Misericórdia, a Sé, remanescentes das muralhas originais e azulejos na Praça do Rosário;

Zagreb (Croácia) - Capital da Croácia onde dormi algumas noites, mas dá para ver os pontos principais em um dia. Tudo se concentra próximo à praça Trg bana Josipa Jelačića, à Catedral e ao mercado Dolac. Vale a pena demais fazer um walking tour para entender a divisão entre a cidade alta e a cidade baixa. Veja a Torre Lotrščak, o inusitado Museu das Relações Terminadas/Quebradas e ande no funicular. Com mais tempo, explore as muitas praças e parques, cace as esculturas do sistema solar, visite outros museus e coma na rua Tkalčićeva;



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