sábado, 17 de agosto de 2013

Ilha de Páscoa - Dia 3

Começamos o dia por Orongo, a vila cerimonial onde cultuavam o homem-pássaro. Na entrada do parque, tem banheiro e uma pequena exposição sobre o local. O ticket de entrada é o mesmo do Rano Raraku. Ali avistamos as ilhotas chamadas de motus e as casas onde os competidores e seus assistentes moravam e treinavam.

Orongo

Orongo

motus
os motus



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Orongo

Existem também muitos petróglifos na região, inclusive do deus Make Make e é por ali que se chega à cratera do vulcão Rano Kau, um dos lugares mais lindos do planeta! É impossível chegar ali e não ficar um bom tempo admirando a paisagem, aquele lago incrível que se formou na cratera do vulcão.

Rano Kau

Rano Kau

Rano Kau

deus make-make
Deus Make Make

Depois de muitas fotos e histórias contadas pelo guia sobre a competição do homem-pássaro e as lendas, fomos a um observatório do vulcão e mais à frente paramos em um ponto da estrada estratégico, com boas vistas de Hanga Roa.

Rano Kau

Rano Kau

Rano Kau

vista de Hanga Roa

homem pássaro
homem pássaro

Seguimos para o Ahu Vinapu, onde além dos moais caídos, pudemos conhecer um dos moais mais antigos e raros, um moai feminino! Esse era feito com a pedra vermelha dos pukaos e não com a pedra do Rano Raraku, que só foi utilizada mais tarde. Na parte de trás da plataforma podemos observar a precisão do encaixe das pedras, muito parecido com os trabalhos de povos pré-colombianos, o que já levantou a teoria que os rapanuis vieram da América Latina e não da Polinésia.

Ahu Vinapu

moai feminino em Ahu Vinapu
moai feminino

Ahu Vinapu

Ahu Vinapu

Ahu Vinapu

Nesse dia, o guia disse que teríamos tempo suficiente para almoçar entre um passeio e outro, então decidimos almoçar no hotel mesmo, adiantando a nossa refeição inclusa e ai sair para jantar na "cidade" depois.

vista do restaurante do hotel

Depois de um breve descanso, seguimos para o tour da tarde. Primeiramente, visitamos Puna Pau, a pedreira onde eram feitos os pukaos. Lá de cima, temos uma vista legal da cidade também. Depois, seguimos para o Ahu Akivi, a única plataforma em que os moais estão voltados para o mar e que não é situada na beira da praia, mas mais para o interior da ilha.

Puna Pau

Puna Pau

Puna Pau

Puna Pau

Ahu Akivi

Ahu Akivi

Ahu Akivi

Ahu Akivi

Ahu Akivi

"picolé de piña"

"picolé de piña"
"picolé de piña"

Por último, fomos para a Ana Te Pahu, a caverna mais conhecida da ilha. Foi usada como refúgio em tempos de guerra e também para plantação, uma vez que suas características físicas ajudavam a proteger as árvores e plantas do vento forte do local. Logo na entrada da caverna, havia um cavalo morto e o cheiro estava insuportável! Algumas pessoas até desistiram de entrar por conta disso. Eu tampei o nariz e fui em frente! Sorte que depois da entrada, o cheiro passou, acho que o vento mudou de direção. 

Ana Te Pahu

Ana Te Pahu

Ana Te Pahu

Ana Te Pahu

Ana Te Pahu

Ana Te Pahu

Ana Te Pahu

Voltamos para o hotel e depois do banho fomos de táxi jantar na cidade e escolhemos o restaurante Hetu´u, que tinha lido boas reviews na internet e desde o primeiro dia, nos pareceu o mais ajeitadinho da ilha. Esse trajeto hotel-cidade ficava $2.000 pesos chilenos, equivalentes a +/- R$9,00 (conversão de agosto/2013). Tem mais detalhes deste e de outros restaurantes na ilha neste post.

restaurante Hetu´u
restaurante Hetu´u


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